Publicado em 27/10/2026
O presidente reeleito anunciou que o novo governo trabalhará pela regulação das big techs no Brasil, motivado por suspeitas de interferência nas eleições. Além de estabelecer regras sobre crimes digitais e cobrança fiscal, o plano inclui atrair data centers e desenvolver inteligência artificial local.
A regulação das grandes empresas de tecnologia não é mais promessa genérica: tornou-se prioridade após suspeitas de interferência dessas companhias nas eleições brasileiras. O presidente ressaltou a contradição de empresas com faturamento bilionário operarem no país sem contribuir adequadamente aos cofres públicos e, simultaneamente, influenciarem processos políticos. O argumento central é que crimes praticados no ambiente digital devem receber o mesmo tratamento legal que delitos cometidos no mundo físico.
Além de regular, o governo pretende fortalecer a economia digital brasileira como pilar estratégico. Isso passa por atrair data centers usando a capacidade de energia renovável do país, criando infraestrutura local para armazenamento e processamento de dados. Em paralelo, há compromisso com o desenvolvimento de inteligência artificial brasileira, reforçando o ensino de ciências exatas e engenharia para reduzir dependência tecnológica de potências como China e Estados Unidos.
Essas promessas sinalizam transformações no ambiente regulatório e fiscal para empresas de tecnologia que operam no Brasil. Espera-se maior rigor na conformidade tributária, compliance com novas regras sobre segurança digital e investigação de crimes cibernéticos. Ao mesmo tempo, o cenário pode abrir oportunidades: investimentos em infraestrutura de dados, demanda por talentos em inteligência artificial e parcerias com iniciativas de soberania tecnológica.
Fonte: Teletime (publicado em 26/10/2026). Texto elaborado pela Winit a partir de informações públicas da fonte citada.
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